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Théo Mariano

Goiânia - Os Estados de Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal são as únicas unidades federativas do País que apresentam sinal de queda nos casos da covid-19, com base nos números das últimas seis semanas. Os dados constam no boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quarta-feira (13/7). Segundo a pesquisa, a tendência no restante do País é de crescimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), majoritariamente compostos por pacientes com covid-19.

 

De acordo com a Fiocruz, o crescimento nos casos, registrado nos outros 23 Estados brasileiros, foi decorrente do aumento nas confirmações de covid-19. Apenas o Estado do Rio Grande do Sul teve aumento "significativo" nos testes positivos para gripe, embora o volume seja inferior ao do coronavírus.

 

Entre as capitais brasileiras, 19 delas apresentam tendência de crescimento dos registros de SRAG, com base nos dados das últimas seis semanas. Goiânia está entre as oito cidades com sinal de queda. "Assim como sinalizado nos dados estaduais, algumas das capitais das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentam indicativo de possível interrupção na tendência de crescimento, com formação de platô nas últimas semanas", aponta o boletim InfoGripe. 

 

A Redação

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Dados do boletim diário disponível pelo COE de Mineiros da Secretaria Municipal de Saúde referente 22-06-2022

 

Confirmados: 21.180

Recuperados: 19.511

Tratamento: 1.399

Óbito: 288

 

+ 204 novos casos

+ 01 óbitos

 

Rádio Eldorado na prevenção contra a Covid-19

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Dados do boletim diário disponível pelo COE de Mineiros da Secretaria Municipal de Saúde referente 20-06-2022

 

Confirmados: 20.976

Recuperados: 19.511

Tratamento: 1.195

Óbito: 287

 

+ 119 novos casos

+ 00 óbitos

 

Rádio Eldorado na prevenção contra a Covid-19

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O estado de Goiás teve 14.213 casos confirmados de Covid-19 durante o mês de maio, até o dia 26. O número representa um aumento de 136% em comparação às últimas quatro semanas. Isso porque, durante o mês de abril, o estado registrou 5.999 casos.

 

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), somente das últimas 15 horas, 4.170 novos casos foram detectados no território goiano. A variante ômicron é a principal em circulação.

 

A superintendente de Vigilância em Saúde de Goiás, Flúvia Amorim, já havia feito um alerta sobre a possibilidade de aumento da casos em razão do tempo frio. A circulação de vírus causadores de doenças respiratórias, segundo a especialista, é maior no inverno, especialmente quando há queda nas temperaturas.

 

Em Goiás, o município de Mineiros, no Sudoeste do estado, atingiu mínima de 4,8ºC no último dia 18. Enquanto a capital, teve a madrugada mais fria do ano, com 5ºC.

 

UTIs em queda

 

Apesar de Goiás ter apresentado aumento no número de casos confirmados durante o mês de maio, o índice de ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) da rede estadual não cresceu.

 

Dados do painel de Covid-19 de Goiás mostram que, a ocupação média das UTIs durante o mês de abril foi de 46,4%. Enquanto em maio, esse número foi de 31,4%.

 

Vacinação

 

A superintendente, Flúvia, orienta as pessoas que integram os grupos de risco e que ainda não se vacinaram contra a Influenza e contra a Covid-19 a procurarem os postos de saúde o mais breve possível para se protegerem contra os vírus que podem causar doenças graves.

 

“A população tem a vacina ao alcance de suas mãos. É imprescindível que os cidadãos que estão em situação de vulnerabilidade, tanto idosos quanto imunossuprimidos, procurem os centros de saúde para se imunizarem. A vacina salva vidas”, pontua.

 

Até o momento, Goiás já aplicou 13,2 milhões de doses de vacina que protegem contra a Covid-19. Ao menos 82,12% da população geral já tomou a primeira dose e 72,95% se imunizaram com as duas doses ou a dose única. Contudo, vale citar que ainda existem 2.706.825 de doses de reforço em atraso.

 

Mais Goiás

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Dados do boletim diário disponível pelo COE de Mineiros da Secretaria Municipal de Saúde referente 17-02-2023

 

Confirmados: 18.828

Recuperados: 16.050

Tratamento: 2.202

Óbito: 283

 

+ 116 novos casos

+ 00 óbitos

 

Rádio Eldorado na prevenção contra a Covid-19!

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Boletim da Covid 19

Dados do boletim diário disponível pelo COE de Mineiros da Secretaria Municipal de Saúde referente 08-02-223

 

Confirmados: 17.972

Recuperados: 15.728

Tratamento: 1.961

Óbito: 283

 

+ 154 novos casos

+ 00 óbitos

 

 Rádio Eldorado na prevenção contra a Covid-19! 

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Boletim da covid

Dados do boletim diário disponível pelo COE de Mineiros da Secretaria Municipal de Saúde referente 06-02-22

 

Confirmados: 17.637

Recuperados: 15.728

Tratamento: 1.626

Óbito: 283

 

+ 208 novos casos

+ 00 óbitos

 

 Rádio Eldorado na prevenção contra a Covid-19!

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Boletim da covid Mineiros

Dados do boletim diário disponível pelo COE de Mineiros da Secretaria Municipal de Saúde referente 02-02-22

 

Confirmados: 16.971

Recuperados: 15.014

Tratamento: 1.675

Óbito: 282

 

+ 170 novos casos

+ 01 óbitos

 Rádio Eldorado na prevenção contra a Covid-19!

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Na última sexta-feira, 28, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a comercialização de testes de Covid-19 que podem ser feitos por leigos, ou seja, sem ser por profissionais da saúde ou trabalhadores de farmácia. Os chamados autotestes, do tipo antígeno, podem ser utilizados por qualquer cidadão, em si mesmo ou em amigos e familiares.

 

Este teste já é amplamente usado em outros lugares, como na Europa. A Anvisa orienta que o autoteste de Covid-19 deve ser usado como triagem, para permitir o auto isolamento precoce e, assim, diminuir o fluxo de transmissão do vírus o mais rápido possível, além de evitar o sobrecarregamento dos laboratórios e postos de saúde.

 

Os autotestes são indicados para aplicação quando uma pessoa apresenta sintomas de Covid-19 ou quando ela teve contato com alguém que está infectado. Nessa situação, o recomendado é realizar o teste entre o 1º e 7° dia, após o aparecimento de algum sintoma. Caso dê positivo, a Anvisa recomenda que o paciente procure um médico para confirmar o resultado e buscar o tratamento necessário.

 

Apesar de já estarem autorizados pela Anvisa, os testes ainda não podem ser comprados ou encontrados no Brasil. Os fabricantes desse produto terão de entrar com pedido de registro junto à Anvisa e esta informará em seu site uma lista com as marcas permitidas a produzirem o autoteste. Dessa forma, quando o cidadão for comprar o produto, poderá checar se aquele fabricante realmente está licenciado para fazer a venda. Ainda não se sabe o valor desses testes.

 

Não será permitida, portanto, a venda por outros tipos de estabelecimentos ou a oferta de autotestes na Internet, em plataformas ou sites de empresas ou de qualquer outro tipo que não se enquadrem nas modalidades autorizadas.

 

Dentre as exigências feita pela Anvisa para os futuros fabricantes do autoteste, estão o requisito de que o conteúdo deve ter instrução para uso, guarda e descarte. Também devem conter, se preciso, ilustrações para exemplificar as formas de aplicação e a interpretação dos resultados (se positivo, negativo ou inconclusivo). Além disso, os fabricantes devem disponibilizar também um canal de atendimento para orientar consumidores e tirar dúvidas.

 

Mesmo com a futura comercialização desses testes, a Anvisa reitera que eles também podem dar falso negativo. Por isso, caso a pessoa sinta sintomas, mas o resultado diga que não é Covid-19, ela deve tomar os cuidados de usar máscara e, se preciso, repetir o teste dali a alguns dias ou procurar um médico.

 

Jornal opção

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Em uma recente pesquisa feita pela Plataforma Científica Pasteur-USP (PCPU), com, apoio da FAPESP e que foi publicada na revista Frontiers in Medicine alertou para o risco de pacientes com Covid-19 que mesmo após o período de 14 dias continuaram testando positivo para o vírus. Os pesquisadores acompanharam 38 contaminados e constataram que, em média, levou cerca de um mês para o teste diagnóstico se tornar negativo.

 

Um dos casos, foi um homem de 38 anos que contraiu Covid-19, mas apresentou apenas sintomas leves durante 20 dias. Contudo, ao ser acompanhado pela PCPU, eles observaram que o vírus permaneceu por 232 dias no organismo do paciente e sofrendo mutações. Ou seja, se não estivesse sendo observado e mantido distanciamento social e usado máscara, poderia ter disseminado o vírus por mais de sete meses. Este foi um dos três voluntários em que o coronavírus permaneceu no organismo por mais de 70 dias.

 

“Dos 38 casos que acompanhamos, dois homens e uma mulher foram atípicos, permanecendo mais de 70 dias com o vírus detectável no organismo. Baseados nesse resultado, podemos dizer que cerca de 8% dos infectados pelo SARS-COV-2 podem apresentar capacidade de transmissão do vírus por mais de dois meses, sem necessariamente apresentar qualquer sintoma durante a fase final da infecção”, explica Marielton dos Passos Cunha, primeiro autor do estudo.

 

O estudo alerta para o curto período de tempo de isolamento recomendado pelos médicos e entidades sanitárias para pessoas diagnosticadas com Covid. “Queríamos saber se 14 dias eram realmente suficientes para que o vírus deixasse de ser detectável. Verificamos que não. Em média, pode demorar um mês para que o teste dê negativo e, em alguns casos desse estudo, a positividade se estendeu de 71 a 232 dias”, disse uma das coordenadoras da PCPU, Paola Minoprio.

 

Contudo, nesta semana, o Ministério da Saúde reduziu o tempo de isolamento para quem testou positivo para o vírus e teve sintomas de leve a moderado, de dez para sete dias. O período de quarentena pode ser reduzido para cinco dias caso o paciente esteja sem sintomas e faça um novo teste com resultado negativo.

 

*Com informações da reportagem da Agência FAPESP feita pelo repórter André Julião

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