1. MENU
  2. CONTEUDO
  3. RODAPE

Agrodefesa estende prazo para vacinação de fêmeas bovinas contra brucelose

Por Lucas Silva 09 Julho 2024 Publicado em Estado
Votao
(0 votos)

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), órgão do Governo de Goiás, ampliou em 120 dias o prazo para pecuaristas regularizarem a vacinação contra brucelose em fêmeas bovinas de até doze meses. A decisão foi tomada sem impor multas pelo atraso na imunização e sem a obrigatoriedade de vacinação assistida após os oito meses de vida das bezerras.

 

A medida foi tomada em resposta ao ofício circular nº 3/2024 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que permitiu aos serviços veterinários oficiais adotarem medidas de flexibilização devido à falta da vacina B-19 no mercado. Essa vacina é usada para imunizar fêmeas bovinas entre três e oito meses de vida.

 

A nova regra foi publicada nesta segunda-feira (08/07) no Diário Oficial do Estado, através da Portaria nº 326.

 

"Entendemos que a falta do imunizante B-19 no mercado dificultou o acesso do produtor no período de três a oito meses de vida do animal, que é a fase que a vacinação é exigida contra brucelose. Cientes dessa dificuldade, editamos essa portaria para que o pecuarista tenha mais 120 dias, ou seja, até novembro, para regularizar a vacinação do seu rebanho até doze meses de vida, utilizando a vacina RB-51", explicou José Ricardo Caixeta Ramos, presidente da Agrodefesa.

 

Vacinação contra Brucelose

 

Antes da emissão da portaria, os pecuaristas precisavam comprovar a vacinação de fêmeas bovinas entre três e oito meses de vida, podendo escolher entre dois tipos de vacinas: a B-19, aplicada apenas nessa faixa etária, e a RB-51, que pode ser usada a partir dos três meses de vida sem restrição de idade.

 

Caso não realizassem a vacinação no período exigido, os pecuaristas enfrentavam sanções como o bloqueio do cadastro no Sistema de Defesa Agropecuária (Sidago), impedindo a emissão das Guias de Trânsito Animal (GTAs) necessárias para diversas finalidades, como leilão, movimentação entre fazendas, abate, venda e participação em eventos agropecuários. Além disso, estavam sujeitos a multas e tinham que realizar a vacinação assistida, na presença de um profissional da Agrodefesa.

 

Rafael Vieira, gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, informou que a falta da vacina B-19 no mercado resultou em uma alta demanda pela RB-51. Ele também mencionou que a indústria sinalizou um aumento na produção da RB-51 para o segundo semestre, possibilitando a edição da nova norma para facilitar a regularização da vacinação sem penalizar ainda mais os pecuaristas.

 

"Agora, o pecuarista que não teve imunizante disponível no período que suas bezerras estavam na fase dos três a oito meses de vida, vai poder regularizar a vacinação do seu rebanho fora do período obrigatório chegando até os doze meses, sem pagar multa por isso, e está temporariamente liberado de fazer a vacinação assistida. A única medida disciplinar que segue é o bloqueio da sua ficha cadastral no Sidago para emissão das GTAs. Só será liberada quando ocorrer a comprovação da vacinação no Sistema", esclareceu Vieira.

 

O gerente da Agrodefesa também ressaltou que apenas médicos veterinários cadastrados na Agência poderão aplicar a vacina contra brucelose.

 

Olha Goiás

Instagram Radio EldoradoTwitter Radio Eldorado

 

Enquete Eldorado

Você já baixou o aplicativo da Rádio Eldorado?

Já baixei - 75%
Não sabia - 0%
Vou baixar - 25%
Ainda não - 0%

Total de votos: 4
A votação para esta enqueta já encerrou
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro
Parceiro