Em alta, abate de bovinos atinge 1,06 milhão de animais em Goiás
Goiás registrou, no terceiro trimestre de 2024, o maior valor da série histórica no que se refere a abate de bovinos, com 1,06 milhão de cabeças, conforme revela a Pesquisa Trimestral da Pecuária, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (05/12).
O número representa alta de 1,4% em relação ao trimestre anterior (1,05 milhão), e um aumento ainda maior em relação ao mesmo período de 2023 (962,6 mil), variando 10,1%.
Tendo em vista o crescimento registrado também no segundo trimestre de 2024, quando o número de cabeças de bovinos abatidos aumentou 35,6% em comparação ao mesmo período de 2023, o estado se encaminha para um recorde anual, a depender dos resultados do quarto trimestre.
O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, afirma que os dados reforçam o potencial de crescimento da pecuária, setor que é fundamental para a economia goiana.
“Os resultados alcançados até o momento já são positivos, mas continuaremos investindo em infraestrutura, sanidade animal e assistência técnica, a fim de garantir, cada vez mais, o crescimento e o fortalecimento dessa cadeia produtiva em Goiás”, ressalta.
Outros destaques
A Pesquisa Trimestral da Pecuária revela ainda que a produção de frangos goiana apresentou alta de 6,6% em relação ao terceiro trimestre de 2023, com um abate de 126,0 milhões de animais, o quinto maior do país, mantendo-se acima dos números registrados no ano anterior.
O leite captado no terceiro trimestre de 2024 chegou a 536,2 milhões de litros e teve alta de 5,0% em relação ao segundo trimestre de 2024.
Também cresceu no estado a produção de ovos de galinha, que foi de 66,4 milhões de dúzias no terceiro trimestre de 2024, apresentando alta de 5,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 (63,0 milhões) e de 10,0% em relação ao terceiro trimestre de 2023 (60,4 milhões de dúzias).
Com esse resultado, o estado de Goiás alcança a maior produção de ovos da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de 1987.
Agência Cora de Notícias
Liderança do agro em Rio Verde reage a francês que chamou carne brasileira de lixo: ‘imaturo’
Durante a sessão que discutiu o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, a carne brasileira foi alvo de críticas pelo deputado Vincent Trébuchet, do partido UDR, que disse que os pratos dos franceses não eram “latas de lixo”. Sobre a afirmação do deputado, o vice-presidente do sindicato rural de Rio Verde, Ênio Fernandes, ressalta que o comentário do parlamentar demonstra imaturidade e oportunismo.
“Quando alguém utiliza palavras como ‘lixo’, é porque não tem argumentação alguma. Isso mostra desconhecimento, pois ao dizer isso, ele afirma que as outras 168 nações que importam carne brasileira não tem qualidade e ele nem sabe a importância da proteína animal do Brasil para dar segurança alimentar ao mundo. Pode ser também oportunismo, adulterando a verdade para agradar e enganar seus eleitores na França. No fim, o comentário é tão imaturo que fica difícil comentar sem parecer pequeno. Pequeno como o raciocínio deste parlamentar francês”, afirma.
Na Assembleia Nacional da França, que ocorreu na noite desta terça-feira (26), Vincent Trébuchet afirmou que estava preocupado com os agricultores locais. “Nossos agricultores não querem morrer e nossos pratos não são latas de lixo”, disse.
Rejeição Francesa
A rejeição do acordo entre a União Europeia e o Mercosul pela Assembleia Nacional da França é um fato que preocupa o especialista. Para ele, a discussão é apenas uma desculpa para se proteger da concorrência brasileira e defender produtos nacionais.
“A plataforma ambiental não é o ponto principal, é só um manto que se busca para proteger os mercados de outros produtos brasileiros. Cada região cria as suas estratégias, corretas ou não.”, afirma ele.
Com 484 votos a favor da rejeição e apenas 70 contra, a votação, embora simbólica, revela uma forte união entre partidos franceses, da extrema-esquerda à ultradireita, em oposição ao texto
Falta união
Ênio critica, principalmente, a falta de mobilização das grandes empresas do setor agrícola e financeiro brasileiro em defesa dos interesses nacionais.
“Estas agressões acontecem, mas se elas acontecessem nos Estados Unidos, Canadá, Japão, na própria União Europeia, a sociedade desse país seria extremamente agressiva. Com certeza, um boicote se iniciaria e essas redes teriam dificuldades financeiras enormes. Grandes empresas de defensivos agrícolas, grandes bancos, grandes empresas de proteína animal, esmagamento de soja… pouca defesa e muita omissão”, destaca o especialista.
Para ele, é crucial unir todos os elos da cadeia produtiva para criar um sentimento de proteção em torno dos setor e da economia nacional.
Mais Goiás
Carrefour Brasil disse ao governo que foi surpreendido com posição da matriz na França
A diretoria do Carrefour no Brasil entrou em contato com o Ministério da Agricultura para comentar a decisão de seu presidente mundial do Carrefour, Alexandre Bompard, que anunciou a suspensão da compra de carne de países do Mercosul, incluindo o Brasil.
Segundo informações, a chefia brasileira do Carrefour informou à alta cúpula do Ministério da Agricultura que foi “surpreendida” com as declarações feitas por Alexandre Bompard.
Os acionistas do Carrefour no Brasil demonstraram preocupação com os reflexos da crise entre a rede varejista e o governo brasileiro e, segundo uma fonte do alto escalão do governo, se comprometeram a cobrar algum posicionamento diferente de sua matriz na França.
O Brasil responde por cerca de 23% da operação global do Carrefour. Uma fonte do Ministério da Agricultura resumiu a situação dessa forma: “Se um supermercado não tem carne, nem pão, você sabe, não vende nada.”
Por meio de nota publicada na semana passada, o Carrefour França informou que a medida anunciada em 20 de novembro por seu presidente “se aplica apenas às lojas na França” e que “em nenhum momento ela se refere à qualidade do produto do Mercosul, mas somente a uma demanda do setor agrícola francês, atualmente em um contexto de crise”.
“Todos os outros países onde o Grupo Carrefour opera, incluindo Brasil e Argentina, continuam a operar sem qualquer alteração e podem continuar adquirindo carne do Mercosul. Nos outros países, onde há o modelo de franquia, também não há mudanças”, declarou o Carrefour.
Ocorre que os produtores brasileiros interromperam o fornecimento de carnes para a rede de varejo no Brasil. Em entrevista, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reagiu com indignação à decisão do Carrefour na França e afirmou que, além de os produtores paralisarem a venda de carne na rede nacional do grupo francês, produtores de frango também estão seguindo o mesmo caminho.
O ministro afirmou que a França, como um todo, não representa 0,5% das exportações brasileiras de carnes e que o Carrefour usa questões sanitárias e ambientais como “pretexto” para barrar os produtos nacionais e fazer proteção de mercado.
A França tem uma participação ínfima nas exportações de carne do Brasil. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio mostram que o país respondeu por 0,0026% da importação mundial de carne brasileira entre janeiro e outubro deste ano. Foram comprados pelos franceses US$ 245 mil em carnes do Brasil neste ano.
Mais Goiás
Nova lei do agronegócio beneficia pequenos e médios produtores rurais com retornos financeiros
O agronegócio brasileiro tem buscado cada vez mais novas formas para gerar renda com práticas sustentáveis. Uma das alternativas promissoras é a rentabilização de áreas de preservação ambiental por meio de projetos de PSA (Pagamento por Serviços Ambientais).
O modelo oferece a possibilidade de proprietários rurais, de qualquer porte, monetizarem suas áreas preservadas, transformando-as em ativos econômicos valiosos, ao mesmo tempo que contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa. Vários donos de áreas já estão sendo beneficiados por esse formato.
Para Ivan Pinheiro, CEO da RDG Eco Finance, empresa que faz projetos de PSA, chegou a hora dos produtores de pequeno e médio portes também serem beneficiados por suas contribuições ao meio ambiente.
“A exemplo de créditos de carbono, que são feitos para grandes propriedades, o pequeno e o médio produtores podem ser contemplados com projetos de PSA voltados à quantificação de estoque de carbono nas florestas nativas que são obrigados a preservar. Isso volta em dinheiro para eles”.
Para se ter uma ideia de quanto pode ser o retorno, em um projeto de PSA feito pela RDG Finance, um produtor que tem um área de 100 hectares de reserva no Amazonas, por exemplo, pode ter um retorno de até R$ 4 milhões.
Pinheiro diz que produtores que já estão recebendo o dinheiro têm investido mais em suas próprias propriedades, possibilitando o crescimento do negócio. “Tenho exemplos de pequenos produtores que puderam levar a quase zero o custo de energia porque optaram por placas de painéis solares, outros compraram novos equipamentos como tratores e máquinas, outros também estão automatizando os processos”, afirma o executivo.
A Lei PSA foi promulgada em 2021 e mostra um avanço das políticas ambientais no país. Para Pinheiro, “Essas medidas indicam um esforço por parte do governo em fortalecer o agronegócio nacional, além de se alinhar com as exigências ambientais e sociais, o que coloca o Brasil em uma posição estratégica no mercado internacional”.
A CPR Verde, com títulos registrados na B3 (Bolsa de Valores de SP), tem financiado práticas sustentáveis no setor agropecuário, como conservação e reflorestamento.
“A CPR Verde também permite que os pequenos e médios produtores rurais obtenham recursos para investir em projetos sustentáveis e em suas propriedades, integrando o agro brasileiro aos esforços globais de mitigação das mudanças climáticas”, afirma Pinheiro.
Rio Verde Rural
Ministério da Fazenda aumenta para 3,3% estimativa para o PIB este ano
A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda aumentou de 3,2% para 3,3% a estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano, de acordo com o Boletim Macrofiscal, divulgado nesta segunda-feira (18) pela pasta. Em relação à inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a previsão avançou de 4,25% para 4,40%.

Em relação ao desempenho da economia, houve ligeiro aumento na expectativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) no terceiro trimestre, que levou à revisão na estimativa de crescimento para o ano.
Para o terceiro trimestre, a projeção de crescimento subiu de 0,6% para 0,7%, “ainda implicando em desaceleração moderada do ritmo de atividade na margem”.
“A mudança na projeção reflete pequenas revisões nas estimativas de crescimento para o setor agropecuário e de serviços. Na margem, a perspectiva é de desaceleração no ritmo de crescimento, principalmente em função da forte expansão observada no segundo trimestre”, explicou a SPE.
No segundo trimestre, o resultado do PIB, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou acima do esperado, com alta de 1,4%, levando a uma revisão maior para a expansão da economia no último boletim, de setembro, com carregamento estatístico (impacto positivo do resultado de um trimestre para os seguintes) de 2,5% na atual projeção.
Para 2025, a estimativa de crescimento ficou em 2,5%. A SPE atribui o menor crescimento no próximo ano à perspectiva de um novo ciclo de aumentos na taxa Selic, os juros básicos da economia, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Por sua vez, as expectativas para a safra de grãos e para a produção extrativa em 2025 melhoraram significativamente, “compensando o efeito negativo da política monetária mais contracionista sobre a atividade”.
Setores
Para os próximos dois trimestres, a SPE projeta aumento da atividade em ritmo inferior ao observado nos dois primeiros trimestres. A previsão de crescimento dos setores produtivos quase não se alterou nesta edição do Boletim Macrofiscal.
Para a agropecuária, a variação esperada para o PIB continua negativa, mas a expectativa de retração, que era de 1,9%, melhorou para 1,7%. Segundo o documento, o novo número já incorpora revisões para cima nas expectativas para a colheita de algodão e para os produtos da pecuária no ano, que mais que compensaram os efeitos negativos resultantes da revisão para baixo na produção esperada de laranja, trigo, café e cana-de-açúcar.
Para a indústria, a expectativa de crescimento se manteve em 3,5%, guiada pelo “bom desempenho” projetado para as indústrias da transformação e construção, em contrapartida à desaceleração projetada para a indústria extrativa e para a produção e distribuição de eletricidade e gás.
“O bom desempenho projetado para a indústria de transformação reflete a expansão nas concessões de crédito às empresas e as menores taxas de juros comparativamente a 2023, além das políticas de estímulo ao investimento como o novo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e a depreciação acelerada. Para o crescimento da construção, se destaca a expansão do programa Minha Casa, Minha Vida, além do aumento da massa de rendimentos real e do crescimento das vagas de trabalho formais”, informou a SPE.
Inflação
A previsão da SPE para o IPCA passou de 4,25% para 4,4%, ficando próxima do teto da meta de inflação para o ano. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.
Segundo a SPE, contribuíram para o aumento das estimativas a aceleração dos preços de itens mais voláteis, mais afetados pelo câmbio e pelo clima, como alimentos. Porém, até o final do ano, deverá haver desaceleração nos preços monitorados, repercutindo, principalmente, mudanças esperadas nas bandeiras tarifárias de energia elétrica. Após dois meses no nível vermelho, a bandeira tarifária para novembro será amarela.
Canal Rural
O plantio da safra de soja 2024/25 em Querência, município no leste de Mato Grosso, está com 90% da área de 430 mil hectares já semeada, superior aos 400 mil hectares da safra anterior. Embora o avanço do trabalho tenha sido expressivo, o ciclo da soja começou com desafios devido ao clima, com chuvas irregulares e tardias.
O presidente do Sindicato Rural de Querência, Osmar Frizo, explica que, apesar do início difícil, a situação das lavouras agora é mais favorável. “Depois de um começo instável, as chuvas voltaram com boa intensidade, e as condições de crescimento das plantas são melhores. As lavouras estão nas fases iniciais de emergência e no crescimento vegetativo, o que nos dá esperança de uma boa recuperação no decorrer dos próximos meses”, afirmou Frizo.
No entanto, o clima não foi o único fator que afetou os produtores, já que situação econômica também preocupa. Frizo ressalta que os preços da soja estão abaixo das expectativas, o que impacta as margens de lucro dos produtores, uma vez que os custos de produção aumentaram.
Como resultado, muitos produtores reduziram os investimentos em insumos como fertilizantes e produtos químicos, medidas importantes para garantir a produtividade das lavouras. “Embora ainda consigamos cobrir os custos, a margem de lucro está apertada. Se o clima se mantiver favorável, a expectativa é de uma média de 3.720 quilos por hectare”, completou o presidente do sindicato.
MT: expectativa de crescimento
As previsões também indicam um crescimento na área de soja no estado. Segundo dados da consultoria Safras & Mercado, a área plantada com soja em Mato Grosso deverá somar 12,58 milhões de hectares na safra 2024/25, um aumento de 0,6% em relação aos 12,5 milhões de hectares do ciclo passado. A produção do estado é estimada em 43,56 milhões de toneladas, o que representa uma elevação de 10,1% em comparação com os 39,55 milhões de toneladas da safra anterior. A produtividade média deve alcançar 3.480 quilos por hectare, um aumento em relação aos 3.180 quilos por hectare da safra 2023/24.
O ritmo de plantio em Mato Grosso também está mais acelerado. Até o dia 1º de novembro, a área plantada com soja no estado já alcançava 80%, um avanço expressivo em comparação com os 56% registrados na semana anterior. Em 2023, a mesma área estava com 84% do plantio concluído. A média histórica para a data, nos últimos cinco anos, é de 79%, o que mostra que a semeadura deste ano está avançando em um ritmo mais rápido do que o habitual.
As informações são da Safras & Mercado.
COMIGO Realiza 14º Workshop de Pecuária do CTC
No dia 7 de novembro de 2024, a Cooperativa COMIGO realizará o 14º Workshop de Pecuária do Centro Tecnológico COMIGO (CTC), um evento gratuito voltado para cooperados pecuaristas, produtores rurais, estudantes e profissionais do setor.
O encontro acontecerá na Associação Atlética COMIGO, em Rio Verde (GO), com uma programação repleta de palestras técnicas e debates sobre as principais tendências e desafios da pecuária brasileira.
A programação tem o objetivo de promover a troca de conhecimento com mesas redondas e trazer novas perspectivas sobre a intensificação da produção pecuária, práticas de gestão e avanços tecnológicos que podem aumentar a competitividade do setor.
Confira a programação
09h00: Credenciamento e abertura
09h35: Tendências do Mercado Pecuário no Brasil
Jean Miranda – Economista, BTG Pactual
Thiago Couto – Diretor Derivatives Specialist, BTG Pactual
Head da mesa de renda variável com foco em operações de commodities agrícolas (Boi gordo, Soja, Milho)
10h25: Mesa Redonda: Mercado de Pecuária
10h35: Como utilizar os indicadores zootécnicos como ferramenta de decisão?
Med. Vet. Jéssica Almeida Silva – Coordenadora de Gestão de Produtos, COMIGO
11h25: Produção e utilização de volumoso: a chave para intensificação da pecuária
Dr. Hemython Luis Bandeira do Nascimento – Pesquisador do CTC
11h40: 1ª Mesa Redonda Técnica
11h50: Almoço
13h00: Intensificação na cria, recria e terminação: como tornar a pecuária de corte mais competitiva?
Paulo Emílio Prohmann – Professor da UNICESUMAR e Vice-presidente da Cooperativa Maria Macia
13h50: Os aditivos podem afetar o desempenho e as características de carcaça?
Dr. Ubirajara Oliveira Bilego – Pesquisador do CTC
14h40: 2ª Mesa Redonda Técnica
15h00: Encerramento
Não perca essa oportunidade de ampliar seus conhecimentos e contribuir para o avanço da pecuária no Brasil, salve na agenda:
Data: 7 de novembro de 2024
Local: Associação Atlética COMIGO, Rio Verde (GO)
Evento gratuito – Inscrições e credenciamento no local
COMIGO
OCB Goiás homenageia Antonio Chavaglia com Diploma de Mérito Cooperativo
Reconhecimento celebra legado de Antonio Chavaglia no cooperativismo goiano
A OCB Goiás homenageou Antonio Chavaglia com o Diploma de Mérito Cooperativo, reconhecendo os relevantes serviços prestados para o desenvolvimento do modelo cooperativista.
Chavaglia tem um vasto currículo ligado ao cooperativismo, além de ser um dos fundadores da COMIGO, foi por 4 mandatos, Presidente da OCB, contribuindo com seu modelo de gestão visionário e fortalecendo o cooperativismo goiano.
“Eu estive aqui nesta casa por dezessete anos trabalhando pelo cooperativismo e esse reconhecimento veio pelo trabalho realizado. A confiança das cooperativas na OCB cresceu muito, e com o Sescoop, investindo na capacitação das pessoas, isso se fortaleceu ainda mais.
Esse trabalho teve um início, um meio, mas não vai ter fim. O cooperativismo não vai ter fim porque as pessoas passam, mas o sistema fica”, disse Chavaglia sobre a honraria.
Outras duas personalidades do cooperativismo receberam o mérito: Jaime Câmara Júnior, em representatividade a seu pai, Jaime Câmara, e Antônio Carlos Borges, presidente da Cooperativa AgroVale. A cerimônia reuniu autoridades da política goiana, e também os familiares dos homenageados.
Luis Alberto Pereira, atual presidente da OCB e amigo de Antonio, entregou a medalha e o título de mérito cooperativo ao lado de Dourivan Cruvinel, Presidente Executivo da COMIGO, reconhecendo e eternizando a dedicação de Chavaglia que rompeu fronteiras e ajudou na consolidação do cooperativismo como um modelo de negócio que beneficia toda a sociedade.
“Foi um dos reconhecimentos mais merecidos que essa instituição já fez.Uma demonstração de gratidão e de agradecimento pelo tanto que o Chavaglia fez por essa instituição, Sistema OCB, no seu processo de crescimento, de estruturação, pela COMIGO, levando a ser a maior empresa goiana, e pelo tanto que fez pelo cooperativismo brasileiro”, declarou Luis Alberto.
Emocionado, o Presidente Executivo da COMIGO, Dourivan, discursou sobre a entrega do mérito cooperativo a Antonio Chavaglia.
“Esse reconhecimento vem pelo exemplo de dedicação em tudo que faz. Que Deus te ilumine, se nossa Cooperativa e o sistema cooperativista estão onde estão hoje, muito desse mérito vem do seu esforço e da sua visão, que beneficia toda uma sociedade”, destacou Dourivan.
Comigo
Soja: plantio da safra brasileira 24/25 está acima da média
Semeadura do grão avança, mas ainda apresenta atraso em relação ao ano passado
O plantio da safra da soja 2024/25 no Brasil atingiu 36,1% da área total esperada até o dia 25 de outubro, segundo levantamento da Safras & Mercado.
Na semana anterior, o percentual semeado era de apenas 16,8%.
Embora o avanço seja maior em comparação à semana passada, a semeadura está atrasada em relação ao mesmo período do ano passado, quando alcançou 37,1%.
Em comparação com a média dos últimos cinco anos, que é de 33,3%, o atual índice mostra um desempenho superior.
Canal Rural
Sistema de plantio direto comemora 50 anos com 32 milhões de hectares semeados no Brasil
O método de manejo reduz os impactos ambientais da produção agropecuária e gera mais produtividade, já que ao semear diretamente na palha, é possível reter matéria orgânica no solo.
A adoção da prática iniciou no Brasil em 1974, há exatamente 50 anos. O pesquisador da Embrapa Solos, Pedro Luiz de Freitas, destaca que o país já conta com cerca de 32 milhões de hectares com a prática sendo desempenhada por pequenos, médios e grandes produtores.
“Para a atual safra, estudos de nossos pesquisadores mostram que entre 33 e 39 milhões de hectares serão semeados em sistema de plantio direto”.
O produtor de soja Fred Frandsen realiza plantio direto desde 1995 em Palmital, interior de São Paulo. “Só tenho benefícios com esse sistema. Não mexemos mais na terra a não ser quando temos de fazer uma correção de solo em profundidade […]”.
Já Freitas destaca que todos os indicadores mostram os benefícios do sistema. “Qualquer área sobre o sistema de plantio direto sem a movimentação do solo, com a abertura permanente e com a rotação plurianual de culturas, está muito mais bem preparada, o solo está muito mais saudável do que em áreas que não estão sobre esse sistema […]”.
Canal Rural
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