Rio Verde está entre os dez municípios mais ricos do agronegócio brasileiro
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Secretaria de Política Agrícola, divulgou agora mesmo o ranking dos 100 municípios mais ricos do agronegócio. Rio Verde ocupa a 9ª posição da lista com um valor de produção estimado em R$ 3.327,385 milhões em 2020.
O MAPA utilizou duas classificações para a composição do ranking: valor da produção das lavouras permanentes e temporárias e Produto Interno Bruto dos Municípios.
Em Goiás, os dez municípios mais ricos no agro são: Cristalina, Rio Verde, Jataí, Mineiros, Chapadão do Céu, Montividiu, Paraúna, Goiatuba, Catalão e Quirinópolis.
A maior parte dos municípios que aparecem na lista são do estado de Mato Grosso com 35 cidades listadas. Segundo o levantamento, a cidade brasileira mais rica do agronegócio é Sorriso, localizada em Mato Grosso, com um valor de produção de R$ 5.348,140 milhões. Desse total, 52% veio do cultivo da soja e 35% do milho e de outras culturas. Com esses resultados, Sorriso é hoje reconhecida como a Capital Nacional do Agronegócio e a maior produtora individual de soja do mundo.
Olha Goiás
Agronegócio responde por 62,5% das exportações em outubro
As vendas externas do agronegócio goiano totalizaram US$ 355,6 milhões em outubro de 2021. O valor (FOB) correspondeu a 62,5% do total das exportações do Estado, que somaram US$ 569,3 milhões no mês. Os números foram divulgados na última sexta-feira (5/11) pela plataforma Comex Stat do Ministério da Economia. Os cinco itens agropecuários mais comercializados por Goiás foram: complexo soja (US$ 135,1 milhões); carnes (US$ 117,4 milhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 36,6 milhões); cereais, farinhas e preparações (US$ 20,7 milhões); e couros, produtos de couro e peleteria (US$ 16.9 milhões).
Como já esperado, a suspensão das compras de carne bovina por parte da China impactou os resultados. Mesmo assim, no acumulado de janeiro a outubro deste ano, os valores (FOB) obtidos por Goiás nas negociações de produtos do agro com outros países superaram os do mesmo período do ano passado: US$ 6,2 bilhões (2021) contra US$ 5,6 bilhões (2020). No que diz respeito à participação do agro em relação ao total das exportações do Estado, de janeiro a outubro de 2021, o setor respondeu por 78,6% das vendas externas de Goiás. Em 2020, no mesmo período, esta proporção foi de 80,0%.
“A redução das compras chinesas começou a ser sentida no mês de outubro e não pode ser desprezada. Mas vale destacar que o setor do agronegócio segue com saldo positivo em relação a 2020, o que é importante para a economia goiana neste momento de retomada”, afirma o titular da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Tiago Mendonça.
No décimo mês do ano, Goiás exportou US$ 75,1 milhões em carne bovina para 49 países. O Chile foi o principal comprador do produto, seguido por Estados Unidos, Egito, Hong Kong e Emirados Árabes. Apesar da redução nas aquisições de carne bovina, a China seguiu como maior parceiro comercial do Estado. Em outubro, o país asiático comprou US$ 53,0 milhões em produtos do agro goiano. Irã, Indonésia, Bangladesh e Chile também se destacaram entre os cinco maiores. A lista completa de compradores de produtos agropecuários goianos no mês tem 110 países.
O Comex Stat é um sistema para consulta e extração de dados sobre o comércio exterior brasileiro. Gerenciada pelo Ministério da Economia, a plataforma dispõe de informações a partir de 1997 e é atualizada periodicamente.
#Com informações do Portal Goiás
Do total exportado pelo Estado de Goiás em fevereiro de 2021, 66,6% foram de produtos da agropecuária. É o que revelam os dados divulgados nesta sexta-feira (05/03) pelo Comex Stat do Ministério da Economia e compilados pela Gerência de Inteligência de Mercado da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). De acordo com as informações, foram 242,32 milhões de dólares em exportações do agro.
O complexo carne representou 45,96% do total exportado pelo setor, somando 111,37 milhões de dólares. Entre os produtos do complexo, a carne bovina foi o destaque, com mais de 80,04 milhões de dólares, resultando em 33,03% das exportações totais do agro. Já o complexo soja foi responsável por 29,04% do que foi exportado pela agropecuária, em fevereiro, com 70,38 milhões de dólares. O complexo sucroalcooleiro e couros responderam, respectivamente, por 7,95% (19,27 milhões de dólares) e 6,21% (15,03 milhões de dólares) das exportações do agro no mês passado.
Acumulado
Em relação ao acumulado do ano, ou seja, nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, a agropecuária contribuiu com 62,97% das exportações totais em Goiás, com 465,66 milhões de dólares. O complexo carnes responde por 45,92% do total exportado nestes meses, com 213,81 milhões de dólares. Enquanto isso, o complexo soja foi responsável por 21,28%, com 99,08 milhões de dólares.
Fonte: Jornal Opção
Rio Verde sedia Seminário de Exportação
Rio Verde recebe no próximo dia 5 a 49ª edição do Seminário do Agronegócio para Exportação (AgroEx) que acontece no Parque de Exposição da cidade. A abertura oficial do evento será às 8h30 e contará com a presença do secretário da Agricultura, Antônio Flávio Camilo de Lima. O objetivo do seminário é disseminar informações estratégicas visando estimular os agentes do agronegócio goiano e brasileiro a aumentarem a participação no mercado internacional.
No evento serão divulgados os programas do Governo Federal que apoiam a atividade agroexportadora e as estratégias de promoção internacional, bem como as linhas de financiamento às exportações e à integração das cadeias produtivas. Também serão expostas as principais negociações internacionais e a sua relevância para o setor agroindustrial e destacada a importância das questões sanitárias e fitossanitárias para as exportações. Formas de se agregar valor ao produto a ser exportado também serão analisadas.
Realizado pelo Sindicato Rural de Rio Verde, Associação Comercial e Industrial de Rio Verde (Acirv) e a Secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o seminário deve reunir produtores rurais, representantes de cooperativas, associações, sindicatos e da agroindústria além de distribuidores e exportadores.
Representantes de instituições de apoio ao agronegócio e potenciais exportadores do Estado também devem estar presentes no evento, que também vai apresentar casos de sucesso e o passo a passo na exportação do agronegócio.
Secretário da Agricultura defende política regional para agronegócio
O secretário da Agricultura, Antônio Flávio Camilo de Lima, defende a elaboração de uma política regionalizada para o agronegócio.
Na condução da última edição do Encontro de Secretários de Agricultura, que é realizado durante todo o dia de hoje em Itapuranga, ele fez referência às peculiaridades de cada cidade goiana, mas lembrou que a ação de governo não pode ser individualizada.
Antônio Flávio destacou que é preciso conduzir ações regionalizadas, com foco no desenvolvimento do agronegócio e na valorização do produtor rural.
Safra goiana de milho e feijão deve aumentar
De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2011/12 registrará um aumento de 6,9% na área plantada com milho 2ª safra. Ainda segundo a Conab, o feijão 1ª e 2ª safra registrará um acréscimo de 27% e 29% em sua produção, em comparação com o levantamento de janeiro, respectivamente. Os altos preços do feijão devem influenciar na escolha do produtor, que deverá optar por esta cultura no plantio irrigado.
Tanto o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como a Conab trouxeram as mesmas novidades no levantamento de fevereiro em nível do Brasil: a perspectiva do aumento da área e da produção de milho safrinha; e a redução na produção de milho 1ª safra e soja. De acordo com a Conab, a safra de milho safrinha registrará um aumento de 13% de área e 20% de produção em relação à safra passada, reflexos dos bons preços praticados no mercado.
A CONAB reduziu em fevereiro a estimativa da produção de milho 1ª safra (redução de 7,6%, comparando com o levantamento de Janeiro) e soja (redução de 3,5%, comparando com o levantamento de Janeiro). Este resultado se deve a estiagem no sul do país que causou forte redução na produção brasileira. Em relação a Goiás as novidades ficam por conta do milho e do feijão.
Mineiros sediará evento com foco na comercialização de grãos
Mineiros será o primeiro município a receber uma das rodadas do Seminário Regional de Comercialização de Grãos e Mercado Agrícola 2012, promovido pelo Sistema Faeg/Senar e Sindicatos Rurais.
O encontro será no Tatersal do Sindicato Rural de Mineiros, na próxima terça-feira (17), às 18h. O evento tem como objetivo levar às regiões produtoras de milho, soja e algodão do Estado informações sobre as perspectivas do mercado para a comercialização da produção. Outros seis municípios sediarão o seminário até o fim de fevereiro.
No encontro, realizado anualmente antes do início da colheita da safra de grãos, os produtores, que estão em plena safra, receberão orientações sobre as perspectivas de comercialização, o desempenho do mercado, as condições de armazenamento da safra e qual cenário econômico poderão encontrar no momento da venda da produção.
Durante o Seminário em Mineiros, o consultor de mercado financeiro Pedro Dejneka irá fazer uma apresentação sobre os fundamentos de mercado e a formação de preços, a situação de abastecimento de grãos, cenário brasileiro e rentabilidade, entre outros assuntos.
Terras brasileiras ficaram 10% mais caras em 2011, de acordo com instituição especializada em agronegócio
Os preços das terras agrícolas no Brasil tiveram uma alta real de 10% em 2011 na comparação com 2010, ainda sob influência dos ganhos das commodities, cuja queda recente ainda não chegou a impactar negativamente no valor das propriedades rurais, informou nesta quinta-feira a Informa Economics FNP, especializada em consultoria e informações em agronegócios.
Em termos nominais, sem considerar a atualização dos valores pela inflação, a alta nos preços das terras é de 18 por cento na comparação com o ano passado.
O preço médio da terra no país está em cerca de 5 mil reais por hectare, segundo levantamento da consultoria.
"Queda nos preços das terras a gente ainda não viu", declarou Jacqueline Bierhals, analista da Informa Economics FNP, durante evento para divulgar uma publicação online com dados da agropecuária do Brasil.
Embora os preços da soja e do milho tenham caído no quarto trimestre das máximas registradas este ano na bolsa de Chicago, os valores das terras se mantiveram firmes, ainda seguindo os ganhos na maior parte de 2011.
Segundo a analista, também colaboraram para a alta nos preços das terras alguns fatos não diretamente relacionados à agricultura, como o desenvolvimento de projetos eólicos no Nordeste, além do projeto da ferrovia Leste-Oeste.
A Informa avaliou que os preços das terras no Brasil ainda têm potencial de subir mais, apesar de uma tendência crescente nos últimos anos, assim que o governo esclarecer as regras sobre a posse do ativo por investidores estrangeiros.
"As terras se valorizam porque é um bem não reprodutivo, que tende a ser mais demandado, e a demanda tende a aumentar", disse José Vicente Ferraz, diretor técnico da Informa no Brasil, referindo-se à crescente necessidade do mundo por alimentos.
A consultoria acrescentou que, apesar da alta nos custos da terra, o Brasil ainda segue competitivo frente a outros países, já que o valor do ativo também tem subido em outras partes do mundo.
Fonte: Agência Reuters
Cenário é menos positivo para as margens de lucro no campo
Artigo por: Luiz Henrique Mendes | Valor Econômico
São cada vez mais cristalinos os sinais de que o campo brasileiro terá muitas dificuldades para repetir em 2012 os resultados positivos recordes deste ano.
Na 44ª reunião do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), realizada ontem na capital paulista, representantes do setor ouviram do consultor André Pessôa, sócio-diretor da Agroconsult, que a crise financeira irradiada de países desenvolvidos, sobretudo europeus, "começa a contaminar a demanda globalmente".
Trata-se de um fator que tira sustentação das cotações das commodities agrícolas no mercado internacional e, assim, a pressão sobre as margens de lucro dos produtores tende a ser maior nesta temporada 2011/12.
No ciclo 2010/11, as margens em culturas como soja, milho e algodão alcançaram níveis recordes no país, embaladas pelo firme consumo em países emergentes como a China, quebras na oferta provocadas por adversidades climáticas no Hemisfério Norte e grande interesse de fundos de investimentos em atuar nos mercado agrícolas.
Agora, lembrou Pessôa, os estoques globais de grãos estão em geral em recomposição - ainda que sigam apertados - e, em razão de movimentos financeiros derivados da crise no mundo desenvolvido, a posição dos fundos de investimentos está "quase no fundo do poço".
Se de fato a demanda cair consideravelmente, com parte dela represada em virtude de uma tendência de aperto do crédito que ganha força, a conjunção negativa estará completa. Mesmo que as estimativas iniciais do governo apontem para uma relativa estabilidade na colheita de verão de grãos em 2011/12, Pessôa observou que no caso do milho, por exemplo, as perspectivas são de aumento da produção brasileira.
A Agroconsult projeta a colheita de milho em 65 milhões de toneladas, enquanto a Conab prevê entre 58,4 milhões e 59,5 milhões de toneladas, até 3,4% mais que na temporada passada.
No caso da soja, carro-chefe do agronegócio brasileiro, a Agroconsult elevou seu cálculo para a produção em 2011/12 para 74,8 milhões de toneladas, o que também seria um avanço. Para a Conab, a colheita da oleaginosa ficará entre 71,5 milhões e 73 milhões de toneladas, queda de até 5,1% sobre 2010/11.
Tanto no milho quanto na soja, a diferença entre as estimativas decorre das incertezas climáticas que pairam sobre o desenvolvimento das lavouras em decorrência do fenômeno La Niña.
No mercado de algodão, cujos preços bateram todos os recordes de alta entre o segundo semestre de 2010 e início deste ano, Pessôa acredita que haverá problemas. Primeiro porque os preços externos já despencaram nos últimos meses, e poderão cair ainda mais. E em segundo lugar porque as fibras sintéticas avançaram no mercado durante a disparada das cotações da pluma, o que pode limitar qualquer reação.
Nesse caso, a soja poderá ganhar fôlego na disputa por terras com o algodão. Na safra 2010/11, em algumas regiões do país, como no oeste da Bahia, foi difícil ampliar a área plantada de soja por conta da forte expansão da cotonicultura.
Apesar do cenário bem menos positivo do que nesta mesma época do ano passado, quando a safra 2010/11 estava sendo plantada, Pessôa não acredita que as margens de lucro definharão tanto a ponto de se tornar negativas. "Ainda será uma safra muito boa".
E como a posição dos fundos nos mercados agrícolas globais está mais baixa, nota, qualquer problema mais sério na oferta ou sinal de que a demanda mundial poderá surpreender positivamente tende a atraí-los de volta, oferecendo suporte extra aos preços. Em outubro, por exemplo, o saldo dos investimentos globais dos fundos em commodities em geral (inclusive não agrícolas) voltou a ser positivo após a fuga de setembro.
Ontem, por exemplo, prevaleceu nos mercados uma expectativa positiva em relação a ações que podem ser adotadas contra a crise europeia, o que influenciou a queda do dólar diante de outras moedas e a alta das commodities agrícolas em geral.
Presente ao encontro na Fiesp, a secretária da Agricultura de São Paulo, Mônica Bergamaschi, agregou que o horizonte para a cana não é dos melhores na próxima safra (2012/13), pelo menos do ponto de vista da oferta do Estado, maior produtor do país, já que a recuperação dos canaviais é demorada.
Caíram nos últimos dois anos os aportes das usinas na renovação de suas lavouras, que também sofreram com clima adverso na temporada 2011/12. Em contrapartida, altas de preços de açúcar e etanol, em parte provocadas pela própria quebra no Centro-Sul do Brasil, ajudaram os resultados dos principais grupos sucroalcooleiros que atuam no país.
Crescimento do agronegócio garante prêmio a Chapadão do Céu (GO)
O município de Chapadão do Céu, a 465 km de Goiânia, foi considerado o mais avançado em Goiás, segundo um levantamento do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a cidade passou a ocupar a sexta posição na produção agrícola do país, graças ao crescimento econômico do agronegócio.
Além de serem considerados um dos maiores produtores de algodão do estado, os agricultores de Chapadão do Céu investem em tecnologia de ponta na produção de milho, soja e cana de açúcar. De acordo com os produtores, na última safra foram colhidas mais de 700 mil toneladas de grãos. Segundo o IFMD, o município, que ficou com a média acima de 0,8 em todos os itens avaliados pela instituição, avançou 5,9% em relação à última pesquisa, dando um salto de 21,2% na geração de emprego e renda.
Outro destaque de Chapadão do Céu, foi no quesito educação, onde conquistou a pontuação de 0,92, que é considerada boa pelo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal. A cidade foi pioneira em Goiás a oferecer internet de graça a seus moradores.
Turismo
De acordo com o IFMD, no município foram confirmados 15 grupos de estrangeiros com reservas em hotéis até dezembro deste ano. O empresário Armindo Vizoto, relata que aparecem clientes do Japão, Austrália, Estados Unidos, Alemanha, Sri Lanka e Índia. "De todas as partes do mundo vêm turistas para conhecer a nossa região”, afirma. Um dos atrativos turísticos da região é o Parque Nacional da Emas, considerada uma das maiores áreas de preservação ambiental do país.
Desafios
De acordo com os agricultores da região, o escoamento da produção agrícola está comprometido pela dificuldade de trafegar em um trecho da GO-206. A rodovia, que é ligação do município a outras cidades, ainda possui 70 km de estrada de terra. A Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) informou que até o próximo semestre de 2012 a via será asfalta.
Ranking das cidades mais avançadas de Goiás
1) Chapadão do Céu I – 0,8591 (52º)
2) Goiânia – 0,8440 (78º)
3) Caçu – 0,8280 (158º)
4) Jandaia – 0,8053 (218º)
5) São Simão – 0,8037 (223º)
6) Catalão – 0,8029 (227º)
7) Anápolis – 0,7861 (319º)
8) Campo Limpo de Goiás – 0,7851 (323º)
9) Maurilândia – 0,7706 (434º)
10) Rianápolis – 0,7703 (436º)
Fonte: G1 Goiás





