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K2_DISPLAYING_ITEMS_BY_TAG Estudos

A Universidade Estadual de Goiás (UEG) acaba de assinalar um importante marco na ciência, com a descoberta de uma nova espécie de cigarra. A pesquisa, conduzida pelo professor Douglas Henrique Botura Maccagnan, docente do Curso de Ciências Biológicas da UnU Iporá, contou com a colaboração de alunos e de um pesquisador internacional.

 

A espécie foi batizada de Ariasa iporaensis, em alusão à cidade onde foi descoberta. O estudo, que foi publicado pela revista Neotropical Entomology, foi parcialmente financiado pelas chamadas “Fomento Próprio Pró-Laboratórios 2022” e “Pró-Pesquisa 2022” da UEG, disponibilizados pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRP).

 

De acordo com o professor Maccagnan, a escolha do nome reflete uma homenagem ao município de Iporá, onde a nova espécie foi abundantemente encontrada em praças e canteiros centrais da área urbana.

 

“A descoberta foi uma surpresa, pois encontramos uma grande concentração dessa cigarra em ambientes urbanos, o que reforça a importância de Iporá como um ecossistema único”, explica o pesquisador.

 

Nova espécie

 

A Ariasa iporaensis destaca-se por sua singularidade: ao contrário das cigarras que surgem durante as chuvas, ela pode ser observada de março a setembro, quando a seca no Cerrado é intensa e há uma redução de insetos. “

 

Esse comportamento pode tornar a Ariasa iporaensis uma fonte importante de nutrientes para outras espécies, especialmente aves”, ressalta Maccagnan.

 

Além disso, a cigarra é facilmente reconhecida por seu canto característico, semelhante a um assobio agudo que pode durar vários segundos. O aspecto acústico torna a Ariasa iporaensis um ícone na cidade de Iporá, que pode se tornar um ponto de estudo e educação ambiental, como espera o professor. 

 

A descoberta da espécie não só enriquece o conhecimento sobre a biodiversidade do Cerrado, mas também fortalece o papel da UEG como um centro de pesquisa de relevância nacional e internacional.

 

Processo de descoberta e nomeação da nova espécie

 

A descoberta de uma nova espécie segue um rigoroso processo científico, que inclui pesquisa de campo, análise laboratorial e o cumprimento das normas internacionais de nomenclatura biológica. O estudo da morfologia e genética dos espécimes permite confirmar a identidade da espécie, diferenciando-a de outras já descritas.

 

O trabalho culmina na publicação de uma descrição detalhada em revistas científicas revisadas por pares, tornando a nova espécie parte do conhecimento científico global.

 

O nome científico de uma nova espécie é composto por dois termos: o gênero, que no caso é Ariasa, e o epíteto específico, que é iporaensis, fazendo referência ao local de origem da descoberta. A escolha do nome pode ter diversas motivações, como homenagear o local de coleta, as características do animal ou os colaboradores da pesquisa.

 

Laboratório de Entomologia da UEG de Iporá

 

O Laboratório de Entomologia da UEG de Iporá, coordenado pelo professor Maccagnan, é um centro de excelência no estudo das cigarras. A coleção do laboratório conta com mais de 30 espécies coletadas em Goiás.

 

A UEG também disponibiliza em seu site imagens e sons de diversas cigarras, ampliando o acesso ao público e incentivando a educação científica.

 

Sobre o pesquisador

 

Douglas Henrique Botura Maccagnan é docente e coordenador do Laboratório de Entomologia da UEG de Iporá. Com mais de 20 anos de experiência em estudos sobre cigarras, possui uma carreira acadêmica sólida, com doutorado em Ciências pela USP e pós-doutorado na Embrapa.

 

Maccagnan tem se destacado na pesquisa de ecologia, bioacústica, taxonomia e métodos alternativos de controle de cigarras, publicando diversos artigos científicos e capítulos de livros sobre o tema.

 

Agência Cora de Notícias 

K2_PUBLISHED_IN Curiosidades

Um estudo pioneiro realizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein mostrou que a prática de atividade física, mesmo em níveis moderados ou baixos, tem um impacto significativo na redução de sintomas depressivos. A pesquisa analisou dados de 58.445 brasileiros adultos ao longo de 14 anos, revelando que incorporar movimento no dia a dia pode ser uma solução prática e acessível para melhorar a saúde mental.

 

Com idade média de 42,2 anos, a amostra foi composta majoritariamente por homens (68,6%), mas também incluiu 31,4% de mulheres. A pesquisa avaliou indicadores clínicos, laboratoriais e comportamentais dos participantes, com base em avaliações realizadas entre 2008 e 2022. No total, 15,8% dos indivíduos (9.251 pessoas) relataram sintomas depressivos.

 

Os resultados destacaram que pacientes com maior prevalência de depressão apresentavam padrões claros: eram mais jovens, passavam longos períodos sentados, especialmente nos finais de semana, e tinham índices de massa corporal (IMC) elevados, acima de 26 e 27, indicando sobrepeso significativo. Além disso, a presença de condições como hipertensão e diabetes era maior nesse grupo.

 

A pesquisa também destacou que os hábitos sedentários estão diretamente associados a um impacto negativo na saúde mental. Por outro lado, qualquer nível de atividade física, mesmo que abaixo das recomendações ideais, mostrou benefícios no alívio dos sintomas depressivos e na redução de fatores de risco associados ao estilo de vida.

 

Com base nos dados analisados, os pesquisadores reforçam que iniciativas para promover a prática de exercícios podem trazer benefícios não apenas à saúde mental, mas também à prevenção de doenças crônicas. O estudo é um alerta de que incorporar pequenos momentos de movimento na rotina pode ser transformador, especialmente para indivíduos mais vulneráveis ao sedentarismo e suas consequências.

 

A pesquisa integra uma abordagem ampla que busca destacar a relação entre atividade física e saúde mental, reforçando que adotar hábitos mais ativos pode ser uma solução simples e eficaz para combater a depressão e melhorar a qualidade de vida.

 

Portal PN7

K2_PUBLISHED_IN Saúde

O Estado de Goiás já registrou, no ano de 2025, um total de 1.628 casos confirmados de dengue e 4.403 notificações da doença. Atualmente, seis óbitos suspeitos por dengue estão em investigação e passarão por análise do Comitê Estadual de Investigação dos Óbitos Suspeitos por Arboviroses

 

O trabalho do comitê segue as Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue do Ministério da Saúde (MS) e busca identificar os fatores determinantes para o óbito, confirmando ou descartando a morte pela doença.

 

Assim que um paciente morre pelas chamadas arboviroses (dengue, chikungunya e zika), a unidade de saúde tem o prazo de 24 horas para notificar ao serviço de vigilância epidemiológica dos municípios e Estado.

 

Investigação de mortes por dengue em Goiás

 

Depois que isso ocorre, as Secretarias Municipais de Saúde preenchem um formulário detalhado com todo o histórico do caso, incluindo todas as unidades por onde o paciente passou, informações sobre o atendimento realizado nesses locais, além de dados da investigação domiciliar feita com os familiares. O encerramento dos casos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do MS precisa ser feito em até 60 dias.

 

A subsecretária de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), Flúvia Amorim, explica que o comitê tem como principal objetivo investigar todos os óbitos suspeitos cuja causa principal ou secundária foi registrada como sendo por arboviroses, em especial a dengue.

 

O trabalho garante o encerramento dos casos de maneira adequada, com dados fidedignos que vão nortear as ações de assistência, vigilância e combate a essas doenças.

 

“Vamos imaginar que uma pessoa teve dengue, confirmou o caso, foi notificado como dengue, e quando a gente cruza os sistemas de informação (Sinan e Sistema de Informação sobre Mortalidade), a gente descobre que a pessoa não morreu realmente por dengue, mas, por exemplo, num acidente de trânsito. Fora essas causas externas, a gente tem outras doenças também. Às vezes é uma pessoa que já está em tratamento de câncer, em fase terminal, e que a dengue não foi a causa principal que a levou à morte”, esclarece.

 

Flúvia Amorim destaca ainda que o comitê tem papel importante na hora de identificar se as unidades de saúde estão seguindo o protocolo de manejo clínico do paciente preconizado pelo MS. Conforme a subsecretária, a identificação de algum problema durante a investigação ajuda a pasta a trabalhar melhor as capacitações com os profissionais de saúde para o manejo clínico adequado, diminuindo, assim, a quantidade de óbitos por essas doenças.

 

Segundo o coordenador de arboviroses da SES-GO, Murilo do Carmo, muitas vezes a demora para concluir a investigação dos óbitos está relacionada a uma série de fatores, que incluem a necessidade de contatar a família no momento de luto, a demora no envio das informações pelas unidades de saúde e também para receber o resultado dos exames feitos por laboratórios de outros Estados após a coleta das amostras pelo Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

 

Estrutura

 

O comitê estadual conta com uma equipe multiprofissional com médicos, enfermeiros tanto da assistência quanto da vigilância, além de equipes do SVO e do Laboratório de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneiros (Lacen-GO), visando a avaliação de toda a documentação que foi recebida durante a investigação daquele óbito.

 

Em algumas situações, os profissionais dos municípios onde aconteceram os óbitos também são convidados para participar das discussões. O trabalho visa subsidiar o gestor municipal em relação às fragilidades que precisam ser enfrentadas para que esse óbito por arbovirose seja prevenido.

 

Agência Cora de Notícias 

K2_PUBLISHED_IN Saúde

Muitos pais e mães afirmam que não amam um filho de forma de diferente do outro. Contudo, um novo estudo da Associação Americana de Psicologia mostrou que o favoritismo parental existe, e, além disso, o “prêmio de filho favorito” costuma ser das filhas mulheres e de crianças que são agradáveis ​​e esforçadas.

 

“Por décadas, pesquisadores sabem que o tratamento diferenciado dos pais pode ter consequências duradouras para as crianças. Este estudo nos ajuda a entender quais crianças têm mais probabilidade de receber favoritismo, que pode ser positivo e negativo”, afirma o autor principal Alexander Jensen, professor associado da Brigham Young University, em comunicado.

 

Pais e filhos favoritos; entenda como estudo chegou aos resultados

 

A pesquisa, publicada na revista científica Psychological Bulletin, realizou uma meta-análise de 30 artigos de periódicos e contou com um total de 19.469 participantes. Os cientistas examinaram como a ordem de nascimento, gênero, temperamento e traços de personalidade (extroversão, afabilidade, abertura, conscienciosidade e neuroticismo) estavam ligados ao favoritismo parental.

 

Assim, cinco fatores da vida desses filhos em relação foram analisados: tratamento geral, interações positivas, interações negativas, alocação de recursos e controle. Inicialmente, os pesquisadores acreditavam que as mães tenderiam a favorecer as filhas e os pais, os filhos. No entanto, foi descoberto que tanto as mães quanto os pais eram mais propensos a favorecer as filhas.

 

Dentre os traços de personalidade, crianças que eram esforçadas — ou seja, responsáveis ​​e organizadas — também se tornavam as favoritas. Segundo os pesquisadores, os pais podem achar essas crianças mais fáceis de gerenciar e podem responder mais positivamente.

 

Jensen afirma ter se surpreendido com o fato de que a personalidade extrovertida dos filhos não estava associada ao favoritismo.

 

“Os americanos parecem valorizar particularmente as pessoas extrovertidas, mas dentro das famílias isso pode importar menos”, aponta.

 

O pesquisador também ressalta que os filhos mais velhos eram mais propensos a ter maior autonomia, possivelmente por serem mais maduros. E, os filhos menos favoritos dos pais tendem a ter pior saúde mental e relacionamentos familiares mais tensos.

 

“É importante notar que essa pesquisa é correlacional, então ela não nos diz por que os pais favorecem certas crianças. No entanto, ela destaca áreas potenciais onde os pais podem precisar ser mais conscientes de suas interações com seus filhos. Entender essas nuances pode ajudar pais e clínicos a reconhecer padrões familiares potencialmente prejudiciais. É crucial garantir que todas as crianças se sintam amadas e apoiadas”, conclui.

 

Mais Goiás

    K2_PUBLISHED_IN Curiosidades

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (8) dados do Censo Demográfico 2022 que mostram que Brasília abriga uma das maiores favelas do Brasil.

     

    A comunidade Sol Nascente, localizada na capital federal, possui 70.908 moradores e só fica atrás da Rocinha, no Rio de Janeiro, que lidera o ranking com 72.021 pessoas.

     

    Segundo o levantamento, o Brasil possui 12.348 favelas distribuídas em 656 municípios, somando um total de 16.390.815 de moradores. No entanto, o IBGE ressalta que as informações do Censo de 2022 não podem ser diretamente comparadas aos dados de 2010, devido a melhorias metodológicas.

     

    Em 2010, foram identificadas 11.425.644 pessoas em 6.329 favelas e comunidades, o que indica um aumento no número de locais classificados como comunidades urbanas no estudo atual.

     

    O instituto ampliou as categorias incluídas no levantamento, considerando como favelas e comunidades urbanas áreas como ocupações, quebradas, grotas, palafitas, vilas de malocas e loteamentos informais, além das favelas convencionais.

     

    Após Rocinha e Sol Nascente, o ranking das maiores favelas do Brasil segue com Paraisópolis, em São Paulo (SP), que possui 58.527 moradores. Manaus (AM) é a cidade com o maior número de favelas entre as 20 maiores, somando seis, seguida por São Paulo, com quatro, e Rio de Janeiro, com três. Outras capitais também estão representadas, como São Luís (MA), Belém (PA), Salvador (BA) e o Distrito Federal.

     

    Além de Brasília, confira as 20 maiores favelas do Brasil

    FavelaPopulação
    Rocinha – Rio de Janeiro (RJ)72.021
    Sol Nascente (ARIS – Sol Nascente) – Brasília (DF)70.908
    Paraisópolis – São Paulo (SP)58.527
    Cidade de Deus/Alfredo Nascimento – Manaus (AM)55.821
    Rio das Pedras – Rio de Janeiro (RJ)55.653
    Heliópolis – São Paulo (SP)55.583
    Comunidade São Lucas – Manaus (AM)53.674
    Coroadinho – São Luís (MA)51.050
    Baixadas da Estrada Nova Jurunas – Belém (PA)43.105
    Beiru / Tancredo Neves – Salvador (BA)38.871
    Pernambués – Salvador (BA)35.110
    Zumbi dos Palmares/Nova Luz – Manaus (AM)34.706
    Santa Etelvina – Manaus (AM)33.031
    Baixadas da Condor – Belém (PA)31.321
    Colônia Terra Nova – Manaus (AM)30.142
    Jacarezinho – Rio de Janeiro (RJ)29.766
    Vila São Pedro – São Bernardo do Campo (SP)28.466
    Cidade Olímpica – São Luís (MA)27.326
    Chafik / Macuco – Mauá (SP)26.835
    Grande Vitória – Manaus (AM)26.733
    K2_PUBLISHED_IN Brasil

    Quanto custa ao país a inoperância deste capital humano, o Brasil tem um desafio gigantesco no encaminhamento destes jovens ao Mercado de Trabalho em tempos de IA – Inteligência Artificial e robotização dos processos produtivos.

     

    São mais de 10,9 milhões de jovens brasileiros entre 15 e 29 anos sem engajamento no mercado de trabalho e educação representando 22,3% dos brasileiros na faixa etária do segmento (Dados/IBGE).

     

    Analise da CNC – Confederação Nacional do comércio de Bens, Serviços e Turismo a inatividade dessa faixa etária no modo nem – nem resultou numa perda potencial de renda na ordem R$ 46,3 bilhões para o Produto Interno Bruto do Brasil de 2022, representando 0,46 ponto percentual.

     

    As desigualdades regionais, já acentuadas podem piorar sem a inclusão desses jovens no mercado de trabalho. As causas para existência geração nem-nem estão muito ligadas aos baixos salários praticados pelo mercado, à falta de oportunidades de trabalho no modelo tradicional e às novas oportunidades que advém com os meios digitais.

     

    Estamos vivenciando a Indústria 4.0 – onde em média 70% da linha de produção na indústria está totalmente robotizada. Na Robotização a maioria dos processo envolve a substituição de tarefas outrora executadas por humanos, de forma que tais atividades passem a ser executadas por meio de robôs.

     

    A automatização de tarefas que são repetitivas e baseadas em dados irá levar à criação de novos tipos de emprego, com ênfase na forma como os humanos e as máquinas podem trabalhar mais eficazmente.

     

    Face a conjuntura atual e um Mercado de Trabalho altamente tecnificado a união entre Estado - Empresas – Familias é fundamental para uma agenda inclusiva. Neste ponto o Setor Educacional precisa avançar para a Educação 4.0 – que baseia no conceito de “Learning by doing” - da cultura MAKER, onde o aluno aprende participando das aulas, literalmente colocando a mão na massa, priorizando a pratica em detrimento da teoria durante o processo de aprendizagem. O mundo da aprendizagem mudou: os meios digitais aos tradicionais e a pratica à teoria.

     

    Fazer perguntas no lugar de fornecer respostas, incentivar a pesquisa. A missão - trazer os jovens para a Escola e o MERCADO DE TRABALHO!!! O Mundo é dos Makers!!!

     

    É fundamental na elaboração de políticas públicas compensatórias e afirmativas para estimular os nossos jovens talentos brasileiros ao estudo e ao mercado de trabalho.    

     

    Mercado de trabalho e as Instituições de Ensino?

     

    As causas para a existência geração nem-nem estão muito ligadas aos salários baixos praticados pelo mercado, à falta de oportunidades de trabalho no modelo tradicional e às novas oportunidades que advém com os meios digitais.

     

    MERCADO DE TRABALHO:

     

    EX. Estamos vivenciando a Indúsria 4.0 – onde em média 70% da linha de produção na indústria esta totalmente robotizada.

     

    EDUCAÇÃO 4.O:Baseia no conceito de “Learning by Doing” , da cultura MAKER, onde o aluno aprende participando das aulas, literalmente colocando a “mão na massa”.

     

    Parte significativa da PEA (População Ecomicamente apta ao trabalho em idade produtiva). Dados da CNC – Confederação Nacional do comércio de Bens, Serviços e Turismo a inatividade dessa faixa etária no modo nem – nem resultou numa perda potencial de renda na ordem R$ 46,3 bilhões para o Produto Interno Bruto do Brasil de 2022 acrescentando 0,46 ponto percentual. As desigualdades regionais, já acentuadas podem piorar sem a inclusão desses jovens no mercado de trabalho.

     

    Muitos jovens da Geração Nem-Nem enfrentam barreiras econômicas e sociais que dificultam seu acesso à educação e ao mercado de trabalho.

     

    Dos 49 milhões de brasileiros na faixa etária dos 15 aos 19 anos em todo país, 20% não estudam e nem trabalham

     

    GERAÇÃO: NEM – NEM (nem estudam, nem trabalham): E O IMPACTO NO PIB (Município, Estado, País);

     

    ANO: 2022 – 10,9 MILHÕES DE JOVENS BRASILEIROS ENTRE 15 E 29 ANOS - ESTAVAM SEM ENGAJAMENTO NO MERCADO DE TRABALHO E DA EDUCAÇÃO (Dados/IBGE); Parte significativa da PEA (População Ecomicamente apta ao trabalho em idade produtiva); Dados da CNC – Confederação Nacional do comércio de Bens, Serviços e Turismo.

     

    A inatividade dessa faixa etária no modo nem – nem resultou numa perda potencial de renda na ordem R$ 46,3 bilhões para o Produto Interno Bruto do Brasil de 2022 acrescentando 0,46 ponto percentual.. As desigualdades regionais, já acentuadas podem piorar sem a inclusão desses jovens no mercado de trabalho.

     

    Quantos NEM-NEM tem no Brasil (IBGE/2022)

     

    Um em cada cinco jovens de 15 a 29 anos não estudavam nem trabalhava em 2022. O grupo conhecido como 'nem-nem' (composto por aqueles que não estudam e não trabalham) totalizou mais de 10,9 milhões de jovens, representando 22,3% dos brasileiros na faixa etária.

     

    I)Quem são a Geração NEM-NEM

     

    Você já ouviu falar no termo “geração nem-nem”? É assim que tem sido chamado o grupo de jovens que tem entre 18 e 24 anos de idade e não estudam nem trabalham.

     

    II)Quais são as principais causas que levam a esta situação

     

    Mercado de trabalho e as Instituições de Ensino?

     

    As causas para a existência geração nem-nem estão muito ligadas aos salários baixos praticados pelo mercado, à falta de oportunidades de trabalho no modelo tradicional e às novas oportunidades que advém com os meios digitais.

     

    MERCADO DE TRABALHO:

     

    EX. Estamos vivenciando a Indúsria 4.0 – onde em média 70% da linha de produção na indústria esta totalmente robotizada.

     

    EDUCAÇÃO 4.O:Baseia no conceito de “Learning by Doing” , da cultura MAKER, onde o aluno aprende participando das aulas, literalmente colocando a “mão na massa”.

     

    UNIFIMES: Implantação da Metodologia Ativa – Curso de Medicina:

     

    Tipos de metodologias ativas de ensino aprendizagem:

    1 – Ensino Hibrido

    2 – Sla de Aula Invertida

    3 – Gamificação na Educação

    4 – Aprendizagem baseada em problemas

     

    Essas metodologias ativas segundo o BNCC (Base Nacional Comun Corricular) visa formar estudantes e professores nas competencias e habilidades como a argumentação, comunicação, cultura digital, empatia e cooperação, pensamento cinetifico, critico e criarivo, repertório cultural, responsabildade e cidadania, trabalho e projeto de vida.

     

    Competências da BNCC: Cognitivo, Social, Afetivo, Psicomotor e cultural. 

     

    Eco. Nilvan Domingos Barbosa

    Consultor Financeiro

    K2_PUBLISHED_IN Brasil

    Evento incentiva o uso de práticas agroecológicas sustentáveis

     

    A Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater) estará presente na 9ª edição do Dia de Campo da Fazendinha Agroecológica da Embrapa Arroz e Feijão, que será realizada no dia 23 de fevereiro, a partir das 8h. A atividade ocorrerá na sede da instituição, em Santo Antônio de Goiás.

     

    O evento é voltado para agricultores familiares, extensionistas, estudantes e demais interessados na agroecologia. O objetivo do dia de campo é apresentar práticas sustentáveis que equilibram produção de alimentos, diversificação de culturas e preservação do meio ambiente.

     

    Os tópicos a serem discutidos incluem sistemas agroecológicos e fertilidade do solo, controle mecanizado de plantas espontâneas, manejo integrado de pragas e doenças.

     

    A Emater, em parceria com o Ministério Público do Estado de Goiás e Saneago, vai apresentar o projeto “Ser Natureza”. A iniciativa, realizada no estado de Goiás, tem como objetivo a recuperação de nascentes em locais de abastecimento de água, fazendo uso de sistemas agroflorestais, aliados com outras tecnologias de recuperação e preservação de nascentes.

     

    O dia de campo conta ainda com a feirinha de produtos orgânicos da Associação de Produtores Agroecológicos de Anápolis e Região (Aproar), que reúne agricultores familiares praticantes de produção agroecológica. Além de verduras, frutas e hortaliças sem agrotóxicos, os visitantes também poderão encontrar cosméticos orgânicos, sucos e outros produtos naturais.

     

    SERVIÇO

    Emater participa da Fazendinha Agroecológica promovida pela Embrapa Arroz e Feijão

    Data: 23 de fevereiro

    Horário: 8h

    Local: Sede da Embrapa Arroz e Feijão

    Endereço: Rodovia GO-462, Km 12, Fazenda Capivara, Santo Antônio de Goiás

     

    Emater Goiás
    Comunicação Setorial
    K2_PUBLISHED_IN Agricultura

    O Brasil tem mais de 214 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE. Mas apenas 0,8% da população brasileira entre 25 e 64 possui um título de Mestrado, de acordo com Relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – enquanto a média dos países que compõe a OCDE é de 1,1%. Entre os 35 países avaliados, o país fica entre as três nações com menor número de doutores no mundo.

     

    A pós-graduação stricto sensu (nível que titula o estudante como mestre ou doutor em determinado campo do conhecimento) brasileira cresceu 48,6%, para 4.650 programas em 2020. Em 2011, era apenas 3.128 programas.

     

    Mas ainda é pouco. É um número irrisório de profissionais titulados, para um país do tamanho do Brasil que precisa se desenvolver para obter crescimento econômico e proporcionar o bem-estar social.

     

    Segundo o coordenador dos programas de Mestrado da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Alexandre Sanches Garcia, o título de Mestre é uma das fórmulas para trilhar uma carreira de sucesso, e é relevante como critério de contratação. 

     

    “O fato de ter o título de mestre já diferencia o cidadão na sociedade e o condiciona para pensar, refletir e propor soluções à sociedade. Sem dizer que as instituições de ensino, por questões regulatórias, necessitam admitir professores com titulação de mestre ou de doutorado.

     

    Além disso, grandes empresas precisam de mão de obra qualificada, e um título de mestre é o principal diferencial em currículos de executivos e profissionais liberais em gestão de negócios, sendo um grande peso para carreiras em ascensão”, explica o docente.

     

    Para orientar quem está pensando em dar um passo na carreira e iniciar um Mestrado, o especialista listou as dicas a seguir. 

     

    Afinal, o que é um Mestrado?  

     

    Não é nenhum um bicho de sete cabeças. Trata-se de um curso que aprofunda o aprendizado obtido na Graduação, estimulando a reflexão crítica na busca de soluções para os problemas organizacionais e sociais por meio de pesquisas. 

     

    Qual é o momento profissional ideal para fazer iniciar um Mestrado?  

     

    A decisão de cursar um mestrado exige a avaliação do momento profissional que a pessoa passa em sua carreira. Não tem idade para iniciar um mestrado. Profissionais com muita experiência no mercado poderão aprender, por meio do estudo aprofundado com evidências empíricas, como metodologicamente categorizar e facilitar a comunicação de suas ideias e experiências para as organizações.

     

    Já os profissionais mais novos terão a oportunidade de, além de ampliar o conhecimento recentemente adquirido, contar com o empiricismo das práticas organizacionais discutidos em sala de aula. 

     

    Quem pode fazer um Mestrado? Quais competências o candidato precisa ter?  

     

    O Mestrado pode ser feito por graduados em qualquer área de conhecimento. Mas conhecimentos prévios nas áreas em que se quer especializar certamente contribuirão para um melhor aproveitamento do aprendizado. Pela característica dos mestrados, também é recomendável que o mestrando tenha as seguintes competências: proatividade, criatividade e resolução de problemas.

     

    Qual é o perfil de um aluno de Mestrado? Quais características ou qualidades pessoais ele precisa ter?  

     

    O mestrado exige determinação, autodisciplina e meticulosidade nos estudos. Isso porque, diferentemente dos cursos de graduação e de MBA, por exemplo, o aluno no Mestrado assume o protagonismo nas aulas. Logo, ele precisará de muita autodisciplina para se preparar para as aulas. 

     

    E a dissertação? É difícil? Quais são as principais dúvidas e dificuldades que o aluno geralmente encontra no trabalho?  

     

    O produto final de um curso de Mestrado é a elaboração da dissertação e sua aprovação perante uma banca examinadora composta, no mínimo, por três professores, sendo um deles o professor orientador da pesquisa do aluno. Portanto, para isso é necessário muito esforço nos estudos e esmero na qualidade da pesquisa feita.  

     

    Acredito que a grande dificuldade que os alunos enfrentam é o momento de escrever os textos. Portanto, a leitura constante durante o curso é fundamental para minimizar essa dificuldade.

     

    Mas na trajetória do curso, a principal habilidade desenvolvida será aprender a pesquisar, pois essa é a essência do mestrado. E para isso, há caminhos, técnicas e metodologias para desempenhar com excelência essa tarefa. número de doutores no mundo.

     

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