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O atacante do Al-Hilal, da Arábia Saudita, afirmou que fará tudo o que estiver ao seu alcance para ajudar a Seleção Brasileira a conquistar o tão sonhado hexa. “É meu último tiro, minha última chance.

 

Vou trabalhar muito para estar junto à Seleção e alcançar esse objetivo”, disse o jogador em entrevista nesta terça-feira (7). O Mundial de 2026, sediado por Estados Unidos, Canadá e México, verá Neymar com 34 anos, determinado a encerrar sua trajetória no futebol internacional em grande estilo.

 

Após um longo período afastado por conta de uma grave lesão no joelho, Neymar retornou aos gramados pelo Al-Hilal em outubro, participando de apenas duas partidas. Enquanto isso, a Seleção Brasileira enfrentou dificuldades nas Eliminatórias Sul-Americanas, ocupando a quinta colocação, longe do desempenho esperado.

 

Neymar, no entanto, mantém confiança no grupo e nos novos talentos que emergem no elenco. “A equipe é jovem, mas acredito que juntos podemos alcançar algo grandioso”, afirmou.

 

Apesar de estar feliz no Al-Hilal, onde chegou em 2023, Neymar não descartou a possibilidade de voltar a atuar ao lado de seus antigos companheiros Lionel Messi e Luis Suárez, atualmente no Inter Miami.

 

“São grandes amigos, seria incrível reviver esse trio”, comentou o jogador, reconhecendo que o futuro no futebol pode trazer surpresas. Com o foco na próxima Copa, Neymar busca não apenas superar os desafios de sua carreira, mas também deixar um legado definitivo na história do futebol brasileiro.

 

Olha Goiás

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Um estudo divulgado pela Scientific Reports alerta que as altas temperaturas previstas durante a Copa do Mundo de Futebol de 2026, que será realizada simultaneamente nos Estados Unidos, México e Canadá, podem representar um risco para a saúde dos atletas. Segundo a pesquisa, os termômetros podem se aproximar dos 50°C em alguns locais de competições, criando o que os cientistas chamam de “estresse térmico”.

 

Após uma edição 2022 realizada em dezembro no Catar, a próxima Copa do Mundo de futebol masculino retoma seu calendário habitual, com competições no meio do ano. O próximo Mundial acontece entre 11 de junho de 19 de julho de 2026, em pleno verão no hemisfério norte. Um dos motivos para a mudança de calendário na edição passada eram as altas temperaturas no emirado onde, mesmo com muito ar-condicionado, uma Copa realizada durante o verão às margens do deserto poderia representar um risco para os atletas.

 

No entanto, especialistas já se questionam sobre o forte calor previsto também durante o próximo evento. Espera-se que dez das 16 cidades que sediarão a competição nos Estados Unidos, Canadá e México poderão registrar temperaturas superiores a 46°C. Os locais mais expostos são Arlington e Houston, no Texas, e Monterrey, no México, onde os termômetros podem chegar aos 49,5ºC entre 14h e 17h.

 

Os jogadores de futebol estarão expostos a um “risco muito alto de ‘estresse térmico’ por calor extremo” nessas dez cidades, alertou o estudo da Scientific Reports, uma revista publicada pelo Nature Group.

 

Segundo as previsões, apenas seis estádios da competição não seriam afetados por esses extremos: Toronto e Vancouver, no Canadá, Tlalpan, no México, e Seattle, Boston e Santa Clara, nos Estados Unidos.

 

Diante desses dados alarmantes, os cientistas propõem que as partidas sejam remarcadas para outros horários do dia. O objetivo é evitar o chamado “estresse térmico”, que pode se manifestar por desidratação e cansaço extremo. O calor em excesso durante um jogo de futebol também pode provocar dores de cabeça, vômitos e câimbras musculares nos atletas.

 

ATLETAS PODEM PERDER 1,5 KG POR HORA

 

Nos estádios de Arlington, Houston e Monterrey, os jogadores também podem perder mais de 1,5 kg de suor por hora, com a desidratação extrema afetando a capacidade de desempenho em campo. Os jogadores de futebol terão ainda que se aclimatar à altitude nos estádios mexicanos de Guadalajara (1.570 metros) e Tlalpan (2.240 metros).

 

A Copa de 2026 será um novo teste para a FIFA diante dos fenômenos de mudanças climáticas, com temperaturas cada vez mais elevadas. Principalmente porque a instituição já prevê as duas próximas edições do evento em zonas quentes do globo: 2020 entre Espanha, Portugal e Marrocos, e 2034 na Arábia Saudita.

 

Mais Goiás

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