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A atividade econômica goiana cresceu 3,4% em janeiro de 2025, na comparação com o mesmo mês de 2024, conforme o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

 

Os dados do índice, medido pelo Banco Central, foram analisados pelo Instituto Mauro Borges (IMB), vinculado à Secretaria-Geral de Governo (SGG).

 

Goiás também apresentou resultado positivo na variação acumulada no ano, com 3,4% de crescimento; e em 12 meses, com aumento de 3,2%. Na mensal com ajuste sazonal, na comparação entre janeiro de 2025 contra dezembro de 2024, o crescimento foi de 0,9%.

 

“O avanço registrado na economia goiana é reflexo dos investimentos estratégicos e dos setores em ascensão que contribuem para o nosso desenvolvimento. E esse cenário positivo pode ser verificado no aumento de emprego e renda para os goianos”, salienta o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima.

 

Sobre o IBCR

 

O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), medido pelo Banco Central, é divulgado mensalmente. De acordo com a instituição financeira, ele permite acompanhamento mais frequente da evolução da atividade econômica, enquanto o PIB, de frequência trimestral, descreve o quadro abrangente da economia.

 

O IBCR é baseado na Pesquisa Industrial Anual (PIA), Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e Produção Agrícola Municipal (PAM), entre outros.

 

Agência Cora de Notícias 

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A Agência de Fomento de Goiás (GoiásFomento) liberou em 2024 R$ 66 milhões em linhas de crédito subsidiadas para micro, pequenas e médias empresas. O valor representa uma alta de 66,67%, na comparação com 2023.

 

Foram 1.633 operações contratadas, que contribuíram para a geração e manutenção de 3.317 empregos diretos.

 

Segundo o presidente da GoiásFomento, Lucas Fernandes, esse desempenho reflete o compromisso da instituição em democratizar o crédito e fomentar o desenvolvimento dos municípios, conforme orientação do governador Ronaldo Caiado.

 

“O benefício ofertado pelo governo proporciona atrativos, como financiamentos com taxa zero, prazo estendido e carência maior”, ressalta o presidente.

 

As linhas de crédito são destinadas a vários segmentos, como o turismo, agronegócio, comércio e serviços. A agência também tem ampliado a atuação municipalista ao formalizar convênios com prefeituras, com o intuito de fomentar o empreendedorismo nas cidades goianas.

 

Semana do Crédito

 

Em 2024, a Semana do Crédito promovida pela agência realizou 2.792 atendimentos, em 27 cidades do estado, e resultou em 683 empresários qualificados. A ação visa levar a GoiásFomento até o pequeno empreendedor dos municípios e terá novas edições em 2025, buscando superar os números do ano anterior.

 

“Nosso objetivo é impulsionar o evento para fortalecer o empreendedorismo, com acesso facilitado a crédito e toda praticidade de ter a agência no município em que fica o negócio, sem necessidade do empresário precisar se locomover”, explica Lucas Fernandes.

 

Histórias de transformação

 

O empresário Carlos Henrique, CEO e fundador do Açaí do Ninja, é cliente da GoiásFomento e usou o crédito para expandir seu negócio. A empresa deu tão certo que Carlos abriu uma rede de franquias, atualmente com 80 lojas em Goiás. As projeções não são nem um pouco tímidas: inaugurar lojas em outros países.

 

“A GoiásFomento foi parceira forte da minha empresa, que ajudou a realizar meu sonho. E também tem contribuído com os franqueados, que adquirem crédito na instituição e utilizam como capital de giro para abrir uma loja”, destaca.

 

Agência Cora de Notícias 

K2_PUBLISHED_IN Estado

A produção industrial goiana registrou alta acumulada de 4,1% nos últimos doze meses, superando a média nacional de 3% para o mesmo período. Os resultados ao longo de 2024 também foram positivos, alcançando índices de 3,1% no último ano.

 

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta terça-feira (14/01).

 

Produção industrial goiana

 

Em novembro de 2024, último mês contabilizado pela pesquisa, houve alta no estado nos setores de fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (42,9%) e na fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (19,0%), que são utilizados na produção de medicamentos.

 

As indústrias goianas geraram mais de 15 mil postos de emprego em 2024, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

“Nós fomos o governo que mais viu indústrias instaladas no Estado”, afirma o governador Ronaldo Caiado sobre o desenvolvimento do setor. “Sempre defendi a iniciativa privada como ferramenta para melhorar a condição de vida das pessoas”.

 

O posicionamento é reforçado pelo titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho. “A indústria permanece sendo uma fonte contínua de renda e emprego para os goianos”.

 

Novos investimentos

 

O potencial da indústria goiana é reforçado pelos anúncios recentes de investimentos por parte de grandes grupos.

 

Em 2024, o Grupo José Alves escolheu Goiás para expandir suas operações, com um aporte de mais de R$ 300 milhões para construir a primeira fábrica de detergente em pó da região Centro-Oeste. Já a multinacional israelense Amai Proteins anunciou que pretende investir US$ 125 milhões em Goiás.

 

A Hochschild Mining, gigante britânica da mineração, concluiu um investimento de R$ 1 bilhão em Mara Rosa, enquanto a Softys aportou US$ 123 milhões na aquisição da Ontex, que fabrica e distribui fraldas e calças geriátricas, em Senador Canedo.

 

A Raízen, por sua vez, em parceria com o governo goiano, vai investir R$ 1,2 bilhão e deve gerar mais de mil empregos com a primeira usina de etanol de segunda geração (E2G) do estado, no município de Jataí.

 

Agência Cora de Notícias

K2_PUBLISHED_IN Estado

O setor industrial goiano registrou crescimento de 5,7% nos últimos 12 meses, com acumulado positivo de 3,7% ao longo de 2024. Em outubro de 2024, na comparação com o mês anterior, a produção industrial subiu 2%, após alta de 2,7% em setembro. Na comparação com outubro de 2023, o setor industrial goiano subiu 1,5%.

 

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (13/12).

 

Na variação de 1,5% de outubro de 2024 na comparação com o mesmo mês de 2023, sete seções e atividades industriais contribuíram de maneira significativa para a alta no período, sendo elas:

 

Confecção de artigos do vestuário e acessórios (209,4%);

Fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (62,8%);

Fabricação de máquinas e equipamentos (72,0%).

 

“A indústria em Goiás continua evoluindo, com destaque para a confecção de vestuário e acessórios”, comenta o titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho.

 

“O programa Cinturão da Moda, desenvolvido pela SIC, tem sido essencial para impulsionar esse setor, fomentando a capacitação, gerando empregos e consolidando Goiás como um polo estratégico da moda no Brasil”, celebra.

 

Indústria goiana

 

Na confecção de artigos do vestuário e acessórios, as altas foram devidas ao aumento na produção de camisetas de malha, calças compridas femininas, calças compridas masculinas, camisas masculinas e camisas de malha masculinas.

 

O aumento da produção de automóveis com motor a gasolina, álcool ou bicombustível, veículos para o transporte de mercadorias com motor diesel e chassis com motor para automóveis, também contribuiu de modo expressivo para o crescimento do setor industrial no período.

 

Brasil

 

A indústria nacional, por sua vez, caiu 0,2% em outubro na comparação com setembro do ano corrente, mas teve alta de 5,8% na comparação com outubro de 2023. O acumulado do ano no país foi de 3,4% e o acumulado em doze meses foi de 3,0%.

 

Na passagem de setembro para outubro, a produção industrial brasileira recuou 0,2%, com diminuição de ritmo em quatro dos 15 locais investigados pela pesquisa. As maiores quedas foram registradas por Rio Grande do Sul (-1,4%) e Rio de Janeiro (-1,3%). As altas, por sua vez, foram vistas em 11 dos 15 locais, com Goiás subindo 2%.

 

Agência Cora de Notícias

K2_PUBLISHED_IN Comercio

A atividade econômica do Centro-Oeste cresceu 5,9% em 2023, a maior alta entre as cinco regiões do Brasil, segundo o Boletim Regional do Banco Central (BC). Na sequência, aparecem Norte (4,2%), Sul (3,6%), Sudeste (2,6%) e Nordeste (2,4%).

 

Segundo o BC, as diferenças em estruturas produtivas entre as regiões explicam 18% da dispersão nas taxas de crescimento entre estados. “As diferenças de estrutura produtiva ajudam a explicar o maior crescimento do Centro-Oeste e do Norte, e o menor crescimento do Sudeste”, diz o relatório.

 

O maior peso relativo e a forte expansão da agropecuária justificam o desempenho do Centro-Oeste em 2023, segundo o BC. A autoridade monetária também cita positivamente a continuidade do crescimento da indústria de transformação na região, que teve o melhor desempenho regional pelo segundo ano consecutivo.

 

Na região Norte, o destaque foi a recuperação da indústria extrativa da retração vista em 2022, quando houve um arrefecimento da demanda internacional por minério de ferro. O Sul foi puxado pela agropecuária, que se recuperou da queda de 2022, e pela aceleração do setor de serviços.

 

O Nordeste desacelerou em relação ao ano anterior, puxado pela indústria e serviços. A desaceleração da atividade no Sudeste, em contrapartida, foi puxada exclusivamente por São Paulo, com o segundo pior desempenho entre dos os estados brasileiros. Rio, Espírito Santo e Minas Gerais tiveram o quarto, quinto e sexto melhores desempenhos, respectivamente.

 

Canal Rural

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