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Um morador de Mineiros, Goiás, foi vítima de um golpe virtual envolvendo falsos advogados, resultando na perda de mais de R$ 4 mil. O caso aconteceu no último dia 11 de setembro de 2025, conforme registro da Delegacia de Polícia de Mineiros.

 

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima possuía um processo em andamento contra uma empresa que não entregou produtos adquiridos. Um golpista, se passando por advogado, entrou em contato, informando o número do processo e alegando que a ação havia sido favorável ao cidadão. Em seguida, solicitou dados bancários e informou que outro suposto integrante do STJ entraria em contato para dar continuidade ao procedimento.

 

A segunda pessoa contatou a vítima e orientou que seguisse passos específicos para a liberação do valor. Confiando na veracidade das instruções, a vítima realizou dois pagamentos via PIX totalizando R$ 4.123,80. Somente após as transferências, percebeu que se tratava de um golpe. O banco foi acionado imediatamente, mas já não havia possibilidade de estorno dos valores.

 

O caso está registrado como estelionato consumado, tipificado pelo Art. 171 do Código Penal Brasileiro. A Polícia Civil alerta para a atenção redobrada ao receber contatos de pessoas alegando representar órgãos judiciais ou advogados, especialmente quando solicitam dados bancários ou transferências.

 

A Delegacia de Polícia de Mineiros orienta que qualquer suspeita de golpe seja imediatamente comunicada à polícia e ao banco responsável pela conta utilizada.

 

Fonte: Secretaria de Segurança Pública de Goiás – Boletim de Ocorrência

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Um morador de Mineiros foi vítima de um golpe de estelionato ocorrido na manhã desta terça-feira (9). Segundo relato registrado na Delegacia de Polícia de Mineiros, o crime aconteceu por volta das 09h55min, quando a vítima recebeu uma mensagem de um suposto assistente virtual do Banco.

 

De acordo com o relato, a mensagem informava sobre uma compra supostamente realizada em São Paulo e solicitava que a pessoa fornecesse dados pessoais e bancários para cancelar a transação. Acreditando se tratar de um procedimento legítimo, os dados foram repassados aos criminosos.

 

Logo após, foram constatadas movimentações suspeitas na conta, que incluíram:

  • Transferência de R$ 4.165,37 via cartão de crédito;

  • Liberação de crédito no valor de R$ 30.000,00;

  • Transferência adicional de R$ 2.000,00.

 

Ao perceber que havia sido vítima de fraude, a vítima dirigiu-se imediatamente à agência bancária, onde foram adotadas medidas de segurança, como o cancelamento do cartão e a alteração das senhas de acesso.

 

A Polícia Civil de Mineiros registrou o caso como estelionato consumado, tipificado pelo artigo 171 do Código Penal Brasileiro, e recomenda que clientes de instituições financeiras nunca forneçam dados pessoais ou bancários por mensagens ou ligações suspeitas.

 

 

Fonte: Delegacia de Polícia de Mineiros – Boletim de Ocorrência, Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás.

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Essa prática envolve a realização de compras fraudulentas com cartões de crédito ou débito, seguida pela contestação da transação sob alegações como não recebimento do produto ou insatisfação com a compra, para obter o estorno do valor.

 

Em resposta a essa modalidade de golpe, a Polícia Civil de Goiás realizou uma operação em Goiânia, nesta terça-feira (14), com o objetivo de combater fraudes aplicadas contra empresas de Anápolis, identificando envolvidos e reunindo provas.

 

Embora o chargeback seja um direito garantido por lei, permitindo que consumidores solicitem o estorno de valores em situações legítimas, como arrependimento da compra ou cobranças não reconhecidas, seu uso indevido tem causado graves problemas no setor comercial.

 

Segundo a advogada Jordana Lamounier, especialista em Direito do Consumidor, comerciantes têm enfrentado dificuldades ao serem responsabilizados por valores cancelados sem conseguir comprovar a legitimidade da transação.

 

Para minimizar riscos, empresas precisam adotar medidas preventivas, como manter registros detalhados de todas as vendas, garantir a integridade no processo de checkout online e verificar rigorosamente informações como CPF e endereço do cliente.

 

Apesar dos abusos, o chargeback continua sendo uma ferramenta essencial para a proteção do consumidor, desde que utilizado de forma ética.

 

Jordana ressalta que o uso indevido pode acarretar consequências legais para golpistas, incluindo penalidades civis e criminais. Ela enfatiza a importância do equilíbrio: “O chargeback foi criado para ser um recurso legítimo contra fraudes e falhas, mas deve ser usado com responsabilidade.

 

Tanto consumidores quanto empresas precisam compreender os limites dessa ferramenta para evitar prejuízos mútuos e garantir que ela cumpra sua função original.”

 

Olha Goiás

K2_PUBLISHED_IN Polícia
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